Autor: Rayanna Utiama - moda para homens
Posts publicados por Rayanna Utiama - moda para homens
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Glee: série de televisão, que teve seu início no ano de 2009, e retrata o dia a dia de jovens americanos durante o high school.
A série ficou famosa através das canções de sucesso que foram regravadas e cantadas pelo próprios atores. Além disso, Glee também ficou conhecida pelo figurino marcante, que apesar de retratar o cotidiano de um colégio americano, mostra o estilo característico de cada um dos personagens.
Confira os principais personagens e seus estilos:








Você já assistiu a série? Qual seu personagem preferido?

Por mais simples que o assunto “unhas e pés” pareça, muitas pessoas não buscam informações suficientes para realizar os cuidados relacionados aos cortes das unhas e higiene dos pés. E é exatamente para isso que existe a podologia: o estudo dos pés do ponto de vista da sua anatomia e patologia.
O podólogo, profissional do ramo de podologia, é especializado nesse tipo de assunto e o profissional ideal para quem procura conforto, segurança e prevenção de doenças e unhas encravadas.
Aproveitei as minhas férias em Maceió (Alagoas) e passei pela clínica de podologia e estética Corpopé. A proprietária da clínica e podóloga, Ana Maria Borges, deu algumas dicas para quem procura mais conforto no dia a dia:
-Evite usar calçados apertados ou com bico fino;
-Por mais simples que pareça, na hora de cortar as unhas, procure um profissional. Caso não tenha disponibilidade no momento, corte sempre em formato quadrado;
-Para a unha não encravar, nunca faça um corte curto;
-Nunca retire as cutículas;
Ana também me mostrou o quão importante é prestar atenção no uso dos materiais, se eles são descartáveis e/ou esterilizados, pois podem transmitir doenças como hepatite, meningite, entre outras.
Lembre-se: para procurar um podólogo não é preciso já ter algum problema nas unhas e nos pés. A podologia é um tratamento preventivo. E não esqueça também de procurar saber a procedência das clínicas especializadas neste tipo de tratamento e se elas utilizam materiais descartáveis e esterilizados.

Como todo mundo sabe (e é bem fácil de saber o motivo), todo livro é mais detalhado do que o seu filme. Acho que talvez por isso eu sempre prefira os livros. Detalhes.
E, talvez por isso, tenha me decepcionado com o filme de “Um dia”. A riqueza nos detalhes, a descrição de cada sentimento era como se fosse possível sentir aquilo que os personagens estavam sentindo. O modo como David Nicholls, autor do livro homônimo, escreve, tornou possível adentrar no universo das vidas de Emma Morley e Dexter Mayhew. O livro começa no ano de 1988, quando os dois se “re-conhecem” no dia da formatura. Dai em diante, a amizade entre os dois começa. No início (e talvez por todo o livro!) com rastros de segundas intenções, mas não estou aqui para contar tantos detalhes assim. Durante todo o livro acontecem flashbacks, seguindo assim 20 anos em diante da vida dos dois amigos.
Desculpe-me, antes de tudo, você que assistiu ao filme sem ler o livro e gostou bastante, até curtiu, achou um dos melhores e mais doces filmes da sua vida. Desculpe-me: falhei. Não consegui (mesmo!) assistir ao filme sem o “lado livro” vir à tona. Apesar da fotografia, de Anne Hathaway e Jim Sturguess, do romance no ar e do sotaque britânico (mesmo assistindo ao filme num dia propício para o romance, devo dizer, com chuva, frio, edredom e pipoca!), o filme realmente não conseguiu me tocar como o livro.
Indico, sim, o livro para todos aqueles que encontro e entro no assunto. O filme até consigo indicar. Mas como um daqueles para se assistir uma vez, como experiência.
Se você gosta de romance, e até achou o filme muito romântico, mais uma vez repito: por favor, leia o livro!
Como quando comecei a ler o livro, não gostei, assim foi o filme. Não curtia muito a ideia do “para bom entendedor, meia palavra basta”. Pensava comigo que, do nada, quando o capítulo estava ficando muito bom, o autor decidia “cortá-lo” e passar para o próximo ano. Eu (curiosa!) sempre queria saber mais do que havia acontecido naqueles meses, mas quando menos esperava, próximo capítulo (próximo ano!).
Acredite: a história é viciante e envolvente. Não sou das melhores pessoas para falar sobre quando parar de ler um livro, pois quando gosto do que estou lendo, costumo devorá-lo em dois, três, quatro dias, no máximo uma semana. Passei pelos 20 anos da vida de Em e Dex (já me sinto íntima!) em apenas 2 dias. Ufa, valeu a pena!

Entre as muitas manias e vícios dos japoneses, um que se torna bastante visível é o fanatismo pelas lojas de conveniência, as famosas combines, como eles chamam.
Acredite: não é preciso sequer passar de uma esquina para a outra, para achar uma loja de conveniência. Elas estão espalhadas por todo o Japão, e são, incrivelmente, lotadas de atrativos. Desde fotocopiadoras, passando por cosméticos Shiseido e Bourjois (sim, é possível encontrá-las em uma loja de conveniência), até sushis e outras delícias japonesas.
Marcas famosas de cosméticos a gente vai se acostumando a encontrar por lá, em qualquer lugar, mas Benetton? “Já é demais para se achar numa conveniência”, pensei! Foi então que uma caixinha azul nos chamou a atenção. Sim, Benetton, A Benetton, empresa de moda italiana.
Tentamos a qualquer custo achar alguma coisa em inglês que nos explicasse o que aquilo era. Ou pelo menos algo onde as letras não fossem a tão bonitinha escrita japonesa. Viramos e caixa e pronto, ali estava!

A Benetton também é produtora de preservativos! E aqui está ela, a caixinha azul.


A marca não deixou o estilo de lado nem na hora de fabricar um produto tão diferente do que estamos acostumados à ligar seu nome.

Imagine um lugar onde você pode misturar moda, estilo e tecnologia. Conseguiu?
Pois bem. Essa é Guinza, a Oscar Freire japonesa. Na verdade, está mais para uma mistura de Avenida Paulista & Oscar Freire. Com uma avenida central super enorme e calçadas espaçosas e uniformes, assim como a Avenida Paulista, dando passagem à lojas maravilhosas, como H&M, Miu Miu, Louis Vuitton, Burberry, Apple, entre outras, não há como resistir. Limites dos cartões de créditos estourados à parte, reservar um dia inteirinho só para Guinza é algo que realmente deve ser feito em uma visita a Tókio.

Como isso tudo poderia ficar melhor? Um lugar que não é apenas maravilhoso pela beleza das lojas, os jogos de luzes dos paredões imensos que cercam o bairro, as pessoas bem vestidas, mas pela segurança que pode ser sentida em todo o Japão (segurança mesmo, acreditem!) e a educação das pessoas, mostrando-se sempre prestativas aos turistas que por ali passam.
Passar o dia em Guinza é coisa de outro mundo e irresistivelmente agradável. Com a febre das cafeterias invadindo o Japão, Guinza não poderia estar fora da moda. Um passeio tranquilo e divertido regado à muito café não poderia ser ruim.
Fica a dica, visitem Guinza! Ela, incrivelmente, consegue abrigar atrativos não apenas para os apaixonados por moda, mas também para aqueles que buscam visitar pontos turísticos japoneses incomparáveis. Como eu já havia dito em um post anteriormente, o Japão consegue (belíssima e perfeitamente!) misturar o antigo com o moderno. E isso, em Guinza, é percebido facilmente!

Sayonara!

Já não é mais novidade, porém ainda não é tão comum de se ver no Brasil, homens que usam bolsas.
Aqui no Japão é uma febre. Não há um lugar sequer que você vá que não encontre um homem usando sua bolsa. Pequena, grande, para usar de lado, nas costas, enfim, todos eles estão usando, até mesmo os mais “básicos” caminham com suas pastinhas de mão.
O Japão é um país onde a toda hora pensa-se na praticidade, e com os homens, em relação às bolsas, não poderia ser diferente.




Mais básicas ou não, as bolsas são um acessório indispensável no guarda roupa do homem japonês!

Como vocês sabem, estou aqui no Japão vivendo um sonho. Por aqui tudo é fofo, colorido, maravilhoso e encantador.
O Brasil ainda não voltou a ser minha realidade, mas estou fazendo o primeiro post Made in Japan. Desde que cheguei por aqui, reparei que aqui no Japão as pessoas se vestem de um jeito bem legal: cada um do seu próprio. O Japão é um país bem diferente (e colorido, como eu já disse!), por isso conseguimos encontrar as mais diversas combinações.
Estou visitando várias cidades, e por todas as que passei, pude perceber esse mesmo estilo “livre” que cada um tem. Ninguém tem “medo” de ser julgado por aquilo que está vestindo, simplesmente resolve sair com aquela roupa e ponto.




PS: Como eu disse, por aqui é tudo fofo e encantador. Inclusive os uniformes escolares!
Sayonara!

Em posição de super fã, sou suspeitíssima para falar sobre esse cantor. Mas no clima da sua turnê, que felizmente passa pelo Brasil (em São Paulo, o show acontece nesse fim de semana, no dia 21/05), o post de hoje é sobre o estilo do cantor norte americano Jack Johnson.
Nascido e criado em Oahu, no Havaí, Jack Hody Johnson, que além de cantor, é também compositor, surfista e dono de uma gravadora, se aproximou da música após ter sofrido um acidente num campeonato de surf. Em 2001 gravou seu primeiro CD, Brushfire Fairytales, e assim ficou conhecido mundialmente.
Gravou 5 álbuns de estúdio, e ficou conhecido por compôr trilhas sonoras de filmes e de sucessos como “Upside down”, “Sitting, waitting wishing”, “Better together” etc.

Dono de uma voz suave e de um estilo totalmente despojado, Jack Johnson faz questão de refletir seu estilo não apenas em suas letras, mas também no seu jeito de se vestir. Ele curte um visual mais largado: quando não entra no palco descalço, está usando uma sandália. Tem como aliado a dupla infalível calça jeans e camiseta, e agora não apenas deixou a barba crescer, como também o cabelo.


E você, aprova o estilo do cantor e a sua nova escolha de deixar o cabelo crescer?
Confira o canal de música do cantor no Youtube.